17/6/2024
Dia dezessete – Europa – Portugal – Lisboa – Um tremendo bate e volta até Sintra e Cascais.
O dia amanheceu esplendidamente.
Aproveitamos muito toda a visão …
… que a janela do quarto nos proporcionava (grua charmosa inclusa).
Foi mesmo um ótimo cartão de visitas da capital portuguesa.
Tomamos o ótimo café da manhã …
… incluído na diária do Memmo Príncipe Real.
Faríamos um famoso bate e volta quando se está em Lisboa.
E porque fazer inicialmente um tour deste tipo …
… em vez do corriqueiro city tour pra reconhecimento da cidade?
Por que o Pedro, o nosso guia nos informou …
… que o tempo estaria melhor hoje.
Simples e direto, assim como os portugueses costumam ser. 😁
Saímos de van e …
… tendo as primeiras visões de Lisboa.
A nossa primeira parada foi no Palácio Nacional de Queluz.
Ele tem uma relação grande com o Brasil, …
… já que foi lá que nasceu e …
… morreu D Pedro II, …
… figura tão ilustre na nossa História.
O lugar ainda está em constante restauração e …
… não deixa de ser muito interessante.
Afinal de contas, …
… não é tão normal estarmos fora do Brasil e …
… aprendermos mais sobre a nossa própria História.
A visita é totalmente audioguiada.
As informações sobre os ambientes …
… são bastantes claras e …
… realmente aprendemos muito.
Claro que a compararação …
… com palácios de outras localidades …
… é um pouco ingrata, …
… mas mesmo assim nos divertimos muito.
Também achamos que a conservação de tudo …
… poderia estar em melhor estado, …
… visto que alguns lugares …
… estavam visivelmente “largados”.
Continuamos no sentido de Sintra.
A cidade é bem bonita e …
… por isto mesmo, …
… a massa de turistas que a visita é muito grande.
O Pedro nos liberou pra passearmos um pouco por lá.
E como ela é bem pequena, …
… foi fácil de descobrí-la.
Também foi muito tranquilo experimentar …
… os doces famosos da Casa Piriquita, …
… tanto o travesseiro, como a queijadinha.
Continuamos o nosso passeio e …
… o Pedro nos proporcionou uma surpresa.
Demos uma parada no Autódromo do Estoril, …
… onde o Aytron Senna reinou em vários GPS.
Até tiramos uma foto da homenagem feita pra ele.
Olha, foi bem legal conhecer este lugar icônico.
Continuamos no sentido das praia de Cascais.
E como a fome apertou, …
… fomos almoçar …
… num ótimo restaurante de frutos do mar.
De frente pro próprio e …
… com um staff super simpático, …
… além de, obviamente, utilizar ingredientes muito frescos.
Inciamos com taças de Albarinho e …
… experimentando almêijoas lusas …
… da mais alta qualidade. Até a Dé comeu! 😉
Como principal, fomos na especialidade da casa: …
… um peixe assado na crosta de sal.
Ele ficou muito macio e tenro, …
… ainda melhor, acompanhado de edamame e batatas ao murro.
Enfim, foi uma refeição perfeita!
Logo ali perto, fica a famosa Boca do Inferno.
Claro que o nome não é muito simpático (olha a sinceridade aí de novo!), …
… mas o conjunto todo …
… é de uma beleza incrível.
É ou não é?
Ainda demos uma parada …
… no belo Hotel Pestana Cascais, …
… com seu lobby admirável.
O Pedro também nos deixou à vontade …
… pra explorar o centro de Cascais.
Como uma boa cidade litorânea, …
… a influência praiana é sentida e …
… por aqui, a tranquilidade é maior …
… do que em Sintra.
Andamos pelo Centrinho, …
… tomamos excelentes sorvetes na Santini, …
… descobrimos de onde saiu a ideia da famosa calçada de Copacabana e …
… de vez em quando, …
… ainda tínhamos belíssimas vistas do mar.
Reencontramos com o Pedro e …
… continuamos passeando …
… pela região da orla.
São muitos km de beleza …
… com casas bacanas …
… de muitos milionários proprietários.
Finalizamos o percurso …
… com o retorno a Lisboa e …
… com a visão marinha da cidade.
Chegamos ao hotel e realmente o tempo tinha piorado.
Até aproveitamos pra ficarmos com os pés pra cima.
Resolvemos ir jantar num dos restôs do Avillez.
E fomos na Taberna que fica no Bairro do Avillez.
O lugar é bastante descontraído (faça reserva, assim como nós fizemos).
E a comida, muito boa.
Pedimos duas taças dum vinho branco da casa, …
… além de Bacalhau à Braz e …
… edamame com as famosas azeitonas explosivas do chef.
Retornamos pro hotel, …
… passeando pela Lisboa, …
… ou melhor, pelo Bairro Alto, …
… totalmente iluminado e …
… com um belissimo ar misterioso.
Claro que a vista da cidade …
… pelo ângulo do Miradouro São Pedro de Alcântara …
… também é incrível.
Boas noites!
Veja os outros dias deste sonho escandinavo:
dag ett – Escandinávia – Suécia – Estocolmo – Escandinaviando (e finlandiando e lusitaniando também).
dag tva – Escandinávia – Suécia – Estocolmo – Conhecendo e andando pela capital sueca.
dag tre – Escandinávia – Suécia – Estocolmo – Fikando (com k mesmo) pela cidade.
dag fyra – Escandinávia – Suécia – Estocolmo – Curtindo a ilha dos museus (inclusive o do ABBA).
dag fem – Escandinávia – Suécia – Estocolmo – Ffazendo niver em alto e escandinavo estilo.
paiva kuusi – Escandinávia/Europa – Suécia/Finlândia – Estocolmo/Helsinki – Conhecendo a malemolência do finlandês.
paiva seitseman – Europa – Finlândia – Helsinki – Vamos ali em Porvoo e já voltamos pro baile pré-carnavalesco.
paiva kahdeksan – Europa – Finlândia – Helsinki – Fazendo o nosso city tour particular e curtindo o animado carnaval finlandês.
paiva yhdeksan – Europa – Finlândia – Helsinki – Um dia verdadeiramente espetacular!
dag ti – Europa/Escandinávia – Finlândia/Dinamarca – Helsinki/Copenhagen – Já ouviu falar de Saint Paul and Broken Bones?
dag eleve – Escandinávia – Dinamarca – Copenhagen – Conhecendo a cidade e o ex-primeiro ministro Rasmussen durante o city tour.
dag tolv – Escandinávia – Dinamarca – Copenhagen – Seguindo os passos de Hans Christian Andersen e tomando umas Carlsberg na origem.
dag tretten – Escandinávia – Dinamarca – Copenhagen – Conhecendo os bairros alternativos Versterbro e Christiania. Também teve dança na esplendorosa Ópera.
dag fjorten – Escandinávia – Dinamarca – Copenhagen – Fomos curtir o puro design dinamarquês.
dag femtende – Escandinávia – Dinamarca – Copenhagen – Chuva? Dá-lhe compras, museu e passeio de barco (??).
dia dezesseis – Escandinávia/Europa – Dinamarca/Portugal – Copenhagen/Lisboa – A primeira vez a gente nunca esquece.
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